{"id":32,"date":"2014-08-24T17:55:01","date_gmt":"2014-08-24T17:55:01","guid":{"rendered":"http:\/\/diadopsicologo.cfp.org.br\/?page_id=32"},"modified":"2014-08-24T17:55:01","modified_gmt":"2014-08-24T17:55:01","slug":"etica","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diadopsicologo.cfp.org.br\/?page_id=32","title":{"rendered":"\u00c9tica e Psicologia"},"content":{"rendered":"<p>O C\u00f3digo de \u00c9tica do (a) Profissional Psic\u00f3logo (a) foi reformulado em 27 de agosto de 2005. Com 25 artigos, o documento n\u00e3o tem como fun\u00e7\u00e3o normatizar a natureza t\u00e9cnica do trabalho, mas sim a de assegurar, dentro de valores relevantes para a sociedade e para as pr\u00e1ticas desenvolvidas, um padr\u00e3o de conduta que fortale\u00e7a o reconhecimento social da categoria.<\/p>\n<p>Dentre os dispositivos que mais geram d\u00favidas aos(\u00e0s) psic\u00f3logos (as), est\u00e1 a quest\u00e3o envolvendo o sigilo dos atendimentos. Segundo o artigo 9\u00ba do C\u00f3digo de \u00c9tica, \u201c\u00c9 dever do psic\u00f3logo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organiza\u00e7\u00f5es, a que tenha acesso no exerc\u00edcio profissional\u201d.<\/p>\n<p>Cada linha te\u00f3rica adota sua maneira de abordagem e relacionamento entre psic\u00f3logo (a) e cliente \/ paciente. Dessa forma, o CFP entende que o (a) psic\u00f3logo (a) deve considerar a orienta\u00e7\u00e3o de seus autores e abordagens psicol\u00f3gicas de refer\u00eancia para definir se h\u00e1 necessidade de grava\u00e7\u00e3o das sess\u00f5es.<\/p>\n<p>No caso de necessidade de grava\u00e7\u00e3o das sess\u00f5es, o (a) psic\u00f3logo (a) respons\u00e1vel deve se certificar se o (a) cliente \/ paciente (ou respons\u00e1vel) tem ci\u00eancia da grava\u00e7\u00e3o, se concorda com ela e com o objetivo do registro sonoro para uso exclusivo do (a) psic\u00f3logo (a), sempre observando a premissa do resguardo \u00e0 intimidade do(a) cliente\/paciente.<\/p>\n<h2><strong>Atua\u00e7\u00e3o do CFP<\/strong><\/h2>\n<p>Pela Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b0 6\/2007 (C\u00f3digo do Processamento Disciplinar), o CFP \u00e9 inst\u00e2ncia de recurso nos julgamentos de processos \u00e9ticos e, por isso, todas as representa\u00e7\u00f5es \u00e9ticas devem ser impetradas nos Conselhos Regionais de Psicologia. Os tr\u00e2mites a que um processo \u00e9 submetido est\u00e3o descritos na resolu\u00e7\u00e3o acima citada.<\/p>\n<h2><strong>Cancelamento<\/strong><\/h2>\n<p>Uma pergunta muito comum \u00e9: \u201cO psic\u00f3logo poder\u00e1 requerer o cancelamento da sua inscri\u00e7\u00e3o quando est\u00e1 sob julgamento de processo \u00e9tico\u201d? Segundo a Resolu\u00e7\u00e3o CFP n\u00ba 3\/2007, Art. 11, \u201cO psic\u00f3logo poder\u00e1 requerer o cancelamento da sua inscri\u00e7\u00e3o, desde que: I &#8211; n\u00e3o esteja respondendo a processo \u00e9tico; II &#8211; n\u00e3o esteja exercendo a profiss\u00e3o de psic\u00f3logo. Par\u00e1grafo \u00fanico &#8211; A anuidade do ano em curso ser\u00e1 cobrada proporcionalmente tendo como base o m\u00eas em que foi feito o requerimento, sendo este exclu\u00eddo do c\u00e1lculo\u201d.<\/p>\n<p><strong>Leia mais:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/site.cfp.org.br\/legislacao\/codigo-de-etica\/\" target=\"_blank\">C\u00f3digo de \u00c9tica do Profissional Psic\u00f3logo<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/site.cfp.org.br\/resolucoes\/resolucao-n-3-2007\/\" target=\"_blank\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b03\/2007<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/site.cfp.org.br\/resolucoes\/resolucao-n-6-2007\/\" target=\"_blank\">Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b06\/2007<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O C\u00f3digo de \u00c9tica do (a) Profissional Psic\u00f3logo (a) foi reformulado em 27 de agosto de 2005. 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